Educação, escola e família: como uma instituição apoia a outra?

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O Santa Mônica Centro Educacional tem um grande diferencial em relação a muitas instituições: nós nos envolvemos e cuidamos não apenas dos alunos, mas também das suas famílias. Nosso objetivo é associar educação, escola e família em prol de um único objetivo: desenvolver seres humanos. Você sabe como isso é possível?

Então, está na hora de entender melhor por que o envolvimento dessas três instituições é tão relevante, não apenas para o crescimento das crianças, mas também para o fortalecimento familiar e para a promoção de uma educação de qualidade. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

Por que unir educação, escola e família para desenvolver seres humanos?

Logo no início da vida, a família é a primeira instituição com a qual uma criança tem contato. É com ela que qualquer pessoa começa a obter os principais ensinamentos, sejam eles diretos ou indiretos. Aprender a falar, a caminhar e a comer sozinho são apenas alguns exemplos de aprendizados práticos obtidos na primeira fase de desenvolvimento.

A partir daí, a criança começa a receber educação informal e, posteriormente, formal. Trata-se dos conhecimentos que ela carregará por toda sua vida, relacionados ao seu comportamento, seu caráter e, é claro, sua cognição.

É nesse último quesito que a criança passa a contar com um reforço importante para o seu desenvolvimento: a escola. Junto de planos pedagógicos elaborados de forma estratégica, uma didática acessível e educadores disponíveis, os pequenos passam a ser estimulados de inúmeras maneiras.

Em todo esse processo, é muito importante que tanto a família quanto a escola trabalhem juntas em prol da educação da criança. A união dessas instituições é relevante para que a criança tenha um aprendizado alinhado em relação à sua comunicação, capacidade de estabelecer relacionamentos interpessoais, seus valores éticos, sua responsabilidade, seu senso de coletividade e assim por diante.

É dessa maneira que uma criança consegue aprender e se desenvolver enquanto ser humano, tendo todas as suas necessidades atendidas a partir de uma educação que a prepare mental, emocional e fisicamente para o mundo. E a escola e a família são a rede de apoio para isso.

Como uma instituição apoia a outra?

Não é incomum encontrar educadores ou pais que encontrem dificuldades para orientar uma criança. Por isso, quando ambos trabalham juntos, as chances de sucesso no aprendizado são muito maiores. Assim, evita-se que os pais não consigam contribuir para a educação dos filhos e nem que os educadores não consigam lidar com os aspectos emocionais da criança.

Quer saber mais sobre como essa parceria dá certo? Então, fique de olho!

Alinhamento de responsabilidades

Sabemos que a escola não é responsável pela totalidade da educação de uma criança, apesar disso, em muitos casos, as famílias e as instituições de ensino acabam entrando em conflito em função do desempenho do aluno. Isso é prejudicial por várias razões, especialmente porque não há como culpar alguém se as responsabilidades de cada um não forem definidas.

Assim, quando os familiares e o corpo pedagógico trabalham juntos, os resultados são mais positivos. A escola consegue se encarregar da educação formal na escola, enquanto os pais reiteram, reforçam e complementam esses aprendizados em casa.

Redução de conflitos

Conflitos entre a escola e a família já são bastante prejudiciais para as crianças. Eles tornam a comunicação truncada e podem confundir os pequenos quanto ao que é esperado deles. Quando esse trabalho é feito em conjunto, além de ser mais fácil de resolver eventuais divergências, ainda é possível reduzir os possíveis impactos que eles podem causar nos pequenos.

Valorização dos pais e responsáveis

Muitas vezes a escola se torna alheia às famílias, tomando decisões de ensino que podem acabar parecendo excludentes. Nesse caso, os familiares podem se sentir desconfortáveis, tendo dificuldade de contribuir e participar da rotina escolar dos pequenos. Mas quando essa barreira é rompida, é possível fazer um trabalho muito mais satisfatório.

Melhora dos resultados dos alunos

Por fim, mas não menos importante, são as crianças que se beneficiam dessa parceria entre a escola e a família, visto que elas podem se sentir seguras em recorrer aos pais ou aos educadores para auxiliarem quanto às suas questões. Desse modo, com a maior disposição dos adultos em contribuir, o desempenho dos estudantes melhora, favorecendo sua educação.

Por que a relação entre família e escola é tão importante?

Condições como crianças hiperativas, com dificuldade de concentração ou, até mesmo, rebeldes no ambiente escolar ou em casa podem se tornar um problema quando os adultos não sabem como lidar adequadamente. Por isso, é fundamental que os educadores agreguem seu conhecimento teórico e prático ao conhecimento empírico dos responsáveis em relação à criança.

Essa relação saudável e construtiva entre a família e a escola é positiva para as crianças por muitas razões, entre elas:

  • o melhor acompanhamento e o suporte nas atividades diárias;
  • o desenvolvimento cognitivo e social dos indivíduos;
  • a superação de dificuldades quanto aos conteúdos e a realização de exercícios;
  • a melhoria no esforço e também no rendimento das avaliações do aluno;
  • o ganho de apoio quanto ao processo de aprendizagem, e não só na correção comportamental;
  • a conquista de melhores resultados quando os conhecimentos são aplicados na prática;
  • a identificação de falhas e dificuldades, facilitando a resolução de problemas;
  • o prazer em aprender e em construir conhecimento como algo atrativo;
  • a redução da indisciplina e da desmotivação em estudar e cumprir com as atividades escolares.

Além desses, existem muitos outros motivos que tornam a boa relação entre a escola e a família algo positivo para os estudantes. Mas, o principal deles é que a criança recebe um suporte integral para se desenvolver enquanto ser humano e não apenas aluno.

Qual é o papel de cada um nesse processo?

A essa altura você deve estar se perguntando, afinal, quem faz o que em todo esse processo, não é mesmo? Existe uma linha bem tênue entre as responsabilidades e o papel da escola e da família na educação de uma criança. Por ambas trabalharem juntas e muito próximas, é importante que os limites não sejam tão relevantes quanto a colaboração entre elas.

A inteligência emocional, por exemplo, é uma habilidade que deve ser ensinada em casa, mas constantemente reforçada pelos educadores sempre que algum conflito pessoal acontece. Os pais precisam ensinar e orientar seus filhos sobre como lidar e comunicar suas emoções, mas é fundamental que eles tenham espaço para se expressar na escola.

Uma instituição de ensino que não considera a criança como um ser integral, com sentimentos, humores e emoções que oscilam, provavelmente, deixará esse indivíduo desconfortável e frustrado ao tentar comunicar o que sente. Por isso, é importante que esse trabalho seja feito em equipe.

O mesmo vale para o conceito de empatia, que pode ser trabalhado na escola, já que é lá que a criança tem o maior número de interações com outras pessoas. Se os educadores ensinam uma criança a perceber o próximo sem qualquer tipo de julgamento ou preconceito, é crucial que os pais reforcem esse ensinamento em casa.

Por exemplo, é interessante ajudar a criança a exercitar a habilidade de se colocar no lugar do outro, seja um coleguinha, seu irmão ou alguém da família. Dessa maneira, ele tem a oportunidade de pensar melhor sobre suas atitudes ou a forma como expressa o que quer.

Outra aptidão comumente trabalhada nas escolas é a de trabalhar em equipe. Como as turmas são compostas de várias crianças, é crucial que elas saibam como brincar e aprender juntas. Em casa, também é importante que os pais continuem reforçando essa característica, ajudando as crianças e se envolvendo com as suas tarefas.

Como extrair o melhor dessa relação?

E se você precisa de algumas dicas para começar a construir essa relação de colaboração entre a escola e a família na construção da educação das crianças, é melhor continuar a leitura!

Participe das atividades escolares

Nós sabemos o quanto é importante estimular a autonomia da criança, mas, para isso, é fundamental que você participe e se envolva nas propostas pedagógicas. Isso vale desde o seu comparecimento nos eventos escolares, até a contribuição com as atividades que devem ser feitas em casa.

Converse com os professores e direção

Evitar problemas como o bullying e a introversão exige que você acompanhe de perto o progresso do seu filho na escola. Então, além das suas avaliações formais, tenha o hábito de conversar com os professores e com a direção sobre o comportamento da criança e o seu desempenho com os colegas.

Sugira melhorias

Você sempre pode contribuir para a melhoria da educação do seu filho, inclusive por meio de sugestões básicas, como o ensino de hábitos de higiene para crianças ou qualquer outro aspecto que julgue relevante. Mas, é claro que isso só vai funcionar quando você realmente sabe o que o seu filho vivencia no dia a dia.

Gostou das nossas dicas e deste conteúdo? Então, não esqueça de colocar tudo em prática o quanto antes. Inclusive, se achar interessante, converse com a escola sobre a importância de conscientizar outros pais sobre o quanto a sua participação pode contribuir para o desenvolvimento dos seus filhos.

Agora, chegou a hora de saber mais sobre as nossas propostas. Conheça mais sobre o Santa Mônica Centro Educacional!

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